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Exército da Salvação convoca oração pela Síria

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O líder geral do Exército da Salvação, André Cox, emitiu um apelo especial para que os cristãos no mundo orem pela Síria.

O país que foi devastado pela guerra foi o foco do Encontro Mundial de Orações do Exército de Salvação realizado nesta quinta-feira (12).

Relatórios das Nações Unidas afirmam que, cerca de cinco mil sírios fogem de suas casas todos os dias, com um total de dois milhões de refugiados que precisam de assistência.

Muitos deles procuraram refúgio na vizinha Jordânia, Líbano, Iraque, Turquia e Egito.

Segundo a ONU, mais da metade dos refugiados são crianças com menos de 17 anos de idade.

Cristãos em todo o mundo estão sendo convocados a passar 30 minutos em oração pelo país e pelas pessoas afetadas pela guerra civil.

André Cox disse que o Exército de Salvação havia sido convidado para participar e apoiar o esforço humanitário na Jordânia.

Funcionários da sede internacional em Londres estão trabalhando em parceria com outros representantes de organizações não-governamentais e uma equipe do Exército de Salvação.

“Desde os seus primeiros dias, o Exército de Salvação tem respondido às crises causadas por desastres naturais, fome e guerra”, disse André Cox

“Hoje, eu estou convidando pessoas em todo o mundo para orar pela paz na Síria e pelos funcionários eleitos em todo o mundo que estão a buscando maneiras de gerir a crise humanitária enorme que envolveu a região”.

Ele acrescentou: “Como líder mundial do Exército de Salvação, eu acredito que é nosso dever cristão responder à crise humanitária com atitudes práticas e oração”.

Pastor Marcos Pereira é condenado a 15 anos de prisão por estupro

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A Justiça condenou em primeira instância o pastor Marcos Pereira a 15 anos de prisão por estupro de uma fiel da Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD).

O julgamento aconteceu na 2ª Vara Criminal de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, e refere-se a um dos casos em que o pastor é acusado de abuso sexual. A decisão ainda é passível de recurso.

De acordo com os autos do processo, o estupro aconteceu no final de 2006, dentro da igreja. “A primeira vez que ele me pegou, eu levei um bom tempo até a ficha cair. Ele me pegou desprevenida. Eu tinha medo dele, né? Fiquei sem reação”, disse a vítima, segundo informações do jornal O Povo.

“As testemunhas ouvidas relatam com firmeza como o acusado é uma pessoa manipuladora, fria, só pensa em si, utilizando-se das pessoas para satisfazer seus instintos mais primitivos e de forma promíscua, utiliza da boa-fé das pessoas para enganá-las. Pelo exposto e por tudo que dos autos consta, julgo procedente a pretensão punitiva para condenar Marcos Pereira da Silva, como incurso nas penas dos art. 214 c/c art. 226, II, ambos do Código Penal”, afirmou a juíza Ana Helena Mota Lima Vale em sua sentença.

Uma das testemunhas afirmou em depoimento durante o julgamento que tinha medo de deixar a igreja e ser morta a mando do pastor.

Marcos Pereira está preso no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, zona oeste do Rio de Janeiro, desde o dia 08 de maio sob acusação de estupro e coação de testemunhas.

Nota Oficial

A ADUD divulgou uma nota oficial comentando a condenação de seu líder fundador. A denominação demonstrou surpresa com a sentença anunciada pela juíza do caso, e afirma esperar que “a inocência do pastor” seja provada, pois Marcos Pereira foi “condenado com base nos depoimentos de supostas vítimas, sem que nenhuma prova fosse apresentada”.

Leia a íntegra da nota:

Fomos surpreendidos pela sentença de condenação do nosso Pastor Marcos Pereira divulgada nesta quinta-feira pela Segunda Vara Criminal de São João de Meriti-RJ. Ressaltamos que esta condenação se deu em primeira instância e, portanto, não é definitiva, cabendo recursos e até a anulação da mesma, tendo em vista as contradições na condução do processo que não está na fase Transitado e Julgado.

Confiamos na verdade, que a inocência do nosso Pastor serà provada. O conteúdo da sentença diz que nosso Pastor foi condenado com base nos depoimentos de supostas vítimas, sem que nenhuma prova fosse apresentada. Se antes nosso Pastor estava “PRESO SEM PROVAS”, agora ele foi (em primeira instância) “CONDENADO SEM PROVAS”. Esta condenação não apaga as DIVERSAS ILEGALIDADES cometidas na condução do inquérito e do processo, além do cerceamento de defesa de que nosso Pastor está sendo vítima. Provas ilegais, tentativa de coação de testemunhas gravada, suposta vítima que revelou em juízo que foi coagida a depor contra o Pastor, mas que, na verdade, nunca foi estuprada, a exposição exagerada e imediata na mídia e a parcialidade nas investigações são fatos que põem em xeque a real situação do processo legal. Confiamos em Deus. Ele é nosso refúgio e fortaleza nos momentos de angústia. ESTAMOS COM NOSSO PASTOR MARCOS PEREIRA, SABEMOS QUE ELE É INOCENTE. Seguimos a obra de Deus com humildade, paciência e esperança. A campanha EU AMO MEU PASTOR está de pé. Nosso mestre Jesus foi condenado. Basta ao discípulo ser como seu mestre. Pastor Marcos Pereira, tu és homem de Deus, Ungido do Senhor. Guardadas as Debora’s proporções, os profetas e apóstolos também foram perseguidos, experimentaram escárnios e acoites, e até cadeias e prisões. Foram apedrejados, serrados, tentados, mortos ao fio da espada, desamparados, aflitos e maltratados. Homens dos quais o mundo não era digno, como a Bíblia diz em Hebreus 11:36-38. FORÇA ADUD, FORÇA PASTOR MARCOS PEREIRA, AS SUAS OVELHAS CONHECEM O SEU PASTOR! “Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito.” Rm 8:1

Fonte: http://www.portalfiel.com.br/noticias/3922-pastor-marcos-pereira-e-condenado-a-15-anos-de-prisao-por-estupro.html

Cristãos estão sendo decapitados na Síria

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Após a tomada da cidade de Maaloula, um novo capítulo tem sido escrito na situação de guerra que vive a Síria. De maneira intrigante, a grande mídia silencia sobre o massacre bárbaro e diário dos cristãos. Enquanto muçulmanos alauitas e sunitas brigam pelo poder, quem mais sofre são os cristãos.

Como em toda guerra, surgem muitas informações desencontradas, mas entre os relatos existe uma consistência. As tropas rebeldes, que lutam contra o governo de Bashar al-Assad, são treinadas pela Al Qaeda e financiadas indiretamente pelo governo dos EUA. Possivelmente por isso a “grande mídia” deixe a questão dos cristãos convenientemente de lado.

O fato é que milhares de pessoas têm morrido ao longo desses dois anos e meio de conflitos étnicos e religiosos. De maneira quase unânime, quando se fala ou mostra a morte de soldados leais ao presidente, elas ocorrem por fuzilamento. Quando são cristãos, a forma padrão parece ser decapitar e expor a cabeça em público.

A conquista de Maaloula pelos rebeldes foi marcante pois ali vivia uma das mais antigas comunidades cristãs do mundo, onde ainda se fala o aramaico, língua usada por Jesus . Situada a 50 quilômetros da capital Damasco, a pequena cidade de 3 mil pessoas ficou quase deserta. Estima-se que 80% da população, a maioria de cristãos ortodoxos e católicos, refugiou-se em cidades vizinhas. Mas não sem ver antes a maioria de suas igrejas e casas serem saqueadas, queimadas e ouvirem a ameaça que todo aquele que não se converter ao Islã teria a cabeça cortada.

O avanço dos rebeldes na área foi liderado por Jabhat al-Nusra, ligado a grupos jihadistas islâmicos. A liderança da Frente de Libertação Qalamon se mudou para a aldeia, agora cerca de 1.500 soldados de grupos liderados pela Al-Qaeda estão na pequena Maaloula.

A tomada da aldeia enviou duas fortes mensagens ao mundo: os rebeldes estão mais próximos que nunca de tomarem a capital e os rebeldes extremistas muçulmanos tentarão eliminar os cristãos da Síria.

Muitos dos habitantes que ficaram estão experimentando o horror diariamente. Segundo o site Sky News, da Inglaterra, esta semana três cristãos foram mortos em praça pública e seu enterro se transformou em uma verdadeira passeata de protesto. A grande concentração foi na parte antiga da cidade, que segundo a tradição foi onde o apóstolo Paulo parava em suas viagens até Damasco. O cortejo foi até a igreja ortodoxa Zaytoun, onde fizeram o culto fúnebre. Enquanto os sinos badalavam, partiram para o cemitério.

Mulheres vestidas de negro jogavam grãos de arroz no ar, uma forma tradicional de demonstrar luto. Um pequeno grupo tocava tambores e, em meio ao choro se ouviam gritos. Uma mulher perguntava: “É isso que vocês chamam de democracia… isso é o que o governo quer?”, enquanto um homem fazia gestos obscenos e gritava palavrões contra o presidente Obama e o premiê inglês David Cameron.

Hoje, outras imagens chocantes correram o mundo. São da cidade de Keferghan, onde quatro jovens cristãos foram decapitados publicamente. Um fotógrafo que não quer se identificar, fez imagens que foram publicados pelo site da revista Time. Embora a revista não confirme, outras fontes alegam que o que motivou a morte deles foi sua fé.

Ele fez uma narrativa breve, mas chocante, do que presenciou:

“Eu vi uma cena de crueldade absoluta: um ser humano sendo tratado de uma maneira que nenhum ser humano jamais deveria ser tratado… Eu não sei quantos anos a vítima tinha, mas era jovem. Eles o forçaram a ficar de joelhos. Os rebeldes ao seu redor liam os seus ‘crimes’ listados em um pedaço de papel. Eles o cercaram. O jovem estava com as mãos atadas. Ele parecia congelado. Dois rebeldes sussurraram algo em seu ouvido e o jovem respondeu de uma forma inocente e triste, mas eu não conseguia entender o que ele disse… No momento da execução, os rebeldes agarraram sua garganta. O jovem reagiu, mas três ou quatro rebeldes conseguiram imobilizá-lo. Ele tentou proteger a garganta com as mãos, que ainda estavam amarradas. Tentou resistir, mas os rebeldes eram mais fortes e cortaram sua garganta. Depois, levantaram a cabeça. As pessoas aplaudiram. Todo mundo estava feliz porque a execução aconteceu”.

Muitos estudiosos das profecias cristãos e muçulmanos acreditam que a segunda vinda de Jesus está ligada à cidade de Damasco, capital da Síria. A crescente ameaça de guerra dos sírios contra outros países gerou uma série de análises nesse sentido.

Em comum entre as previsões está o iminente retorno de Cristo. Da parte dos cristãos, alguns apontam para Isaías 17:1. Para alguns, pode ser um prenúncio do Armagedom, a batalha final.

Entre os sírios prevalece a tristeza pelos milhares de mortos e feridos, mas para milhares deles a esperança na vida eterna se fortalece. As agências cristãs têm oferecido ajuda material, emocional e, acima de tudo, espiritual para os refugiados nos países vizinhos. Milhares de muçulmanos estão ouvindo o evangelho livremente, alguns pela primeira vez na vida. Existem muitos testemunhos de conversões.

Fonte: http://www.portalfiel.com.br/noticias/3925-cristaos-estao-sendo-decapitados-na-siria.html

Jovens são presas após se beijarem em culto de Marco Feliciano em SP

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Duas estudantes, de 18 e 20 anos, foram presas na noite deste domingo, após se beijarem durante evento evangélico realizado em São Sebastião, litoral norte de São Paulo. O protesto foi realizado enquanto o pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC/SP) iniciava sua pregação a cerca de dois mil fiéis. Para o evento, um forte esquema policial foi montado pelas polícias Civil, Militar e Guarda Civil Municipal (GCM) com intuito de evitar manifestações durante o 5º Glorifica Litoral, que estavam programadas para ocorrer durante o culto com o deputado.

— Essas duas precisam sair daqui algemadas —, bradou Feliciano, sob aplausos dos evangélicos, que assistiram à cena por meio de dois telões.

Do palco, o deputado instruía os policiais a localizarem as jovens em meio à multidão. Joana Palhares, 18, e Yunka Mihura, 20, foram cercadas, detidas e algemadas por guardas municipais e encaminhadas para o 1º Distrito Policial de São Sebastião. Elas foram liberadas após prestarem depoimento. A atitude gerou revolta em um grupo de 10 pessoas que acompanhava as duas jovens.

Antes de serem encaminhadas para a delegacia, elas foram levadas para debaixo do palco, onde Joana afirmou ter sido agredida por diversos GCMs.

— Só pararam porque a Yunca gritou muito.

Segundo ela, Yunca chegou a ser jogada pelos GCMs para o lado da grade que separava o palco do público. Na delegacia, após passar por exame de corpo delito, Joana, que tem corpo franzino, apresentava diversos hematomas nos braços e nas costas.

— Eles (guardas) simplesmente me jogaram na grade e depois nos levaram para debaixo do palco, onde fui agredida por três guardas e ainda levei dois tapas na cara, mesmo algemada. Tudo isso por causa de um beijo —, queixou-se Joana.

— Foi uma atitude completamente injusta, me senti impotente enquanto a Joana apanhava e eu não podia fazer nada. Mas vários casais heterossexuais estavam se beijando normalmente no evento —, relatou Yunca.

Denúncia

O advogado Daniel Galani, que representou as jovens, disse que irá formalizar uma denúncia contra o deputado na Comissão dos Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

— Foi uma afronta gravíssima aos direitos humanos e ao direito à livre expressão. Como o deputado tem foro privilegiado, vamos ver como a OAB pode interferir nesta questão.

Um boletim de ocorrência foi registrado pelas estudantes contra os guardas municipais que participaram da ocorrência.

— Vamos apresentar também uma denúncia na corregedoria da Guarda Municipal para que apure o caso.

Ainda segundo o advogado, as estudantes não mantêm relacionamento homoafetivo. Apenas se beijaram para se manifestarem contra a posição preconceituosa do deputado.

“Perseguido”

Enquanto as estudantes prestavam depoimento na delegacia, Marco Feliciano condenou a atitude das estudantes. Com todo o público a seu favor, disparou críticas contra as jovens e seus respectivos pais.

— O que pensam os pais dessas meninas que vêm a um culto para beijar outra mulher? Esses baderneiros terão o troco no ano que vem, pois seremos a maior bancada evangélica da história no Congresso.

Feliciano também criticou a imprensa.

— Se os jornais publicarem matérias e derem razão para esses baderneiros, vou convocar uma grande manifestação nas portas desses jornais para protestarmos na próxima terça-feira.

Ele se disse “perseguido” e “humilhado” pela mídia. A reportagem tentou e não conseguiu contato com o deputado. Em sua conta pessoal no Twitter, Feliciano postou às 16h08 três mensagens em que apenas transcreve o art. 208 do Código Penal Brasileiro. “Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso: pena detenção, 1 mês a 1 ano ou multa. P.U. Se há emprego de violência, a pena aumenta de 1/3, sem prejuízo da correspondente à violência”, escreveu o deputado.

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